segunda-feira, 30 de abril de 2012

Lee Strobel - O teste do preconceito



Esse teste consiste em saber se os autores dos evangelhos tinham algum preconceito capaz de contaminar seu trabalho. Teriam eles algum interesse oculto em deformar seu material narrativo?

— Não podemos subestimar o fato de essas pessoas amarem Jesus — eu disse enfaticamente. — Não eram observadores neutros; eram seguidores fiéis a Cristo. Será que isso não poderia levá-los a fazer certas modificações para que Jesus parecesse bom?

— Admitamos que a situação possibilite isso — disse Blomberg. — Mas também as pessoas são capazes de honrar e respeitar alguém a tal ponto que se sintam impelidas a registrar sua vida com a maior integridade possível. Essa seria a forma de demonstrar seu amor por tal pessoa. E é o que eu acho que aconteceu aqui. Além disso, esses discípulos nada tinham a ganhar exceto críticas, o ostracismo e o martírio. Com certeza nada lucraram financeiramente. Na verdade, foram pressionados a ficar quietos, a negar a Jesus, a diminuí-lo, e até mesmo a esquecer que um dia o conheceram.

No entanto, por causa de sua integridade, proclamaram o que viram, ainda que com isso tivessem de sofrer e morrer.

Fonte: “Em defesa de Cristo” da Editora Vida