segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Moisés C. Bezerril - A Excelência dos atos de Cristo



Ele não veio ao mundo para ser um milagreiro, mas sim, o Salvador. É isso que precisa ser enfatizado agora, mais do que nunca. Nos dias de hoje em que até mesmo as igrejas históricas estão mudando o foco do evangelho para o curandeirismo, essa palavra é muito mais do que atual. Não há sequer um único versículo na Bíblia que ensine um suposto ministério de curas. O arrependimento para a remissão dos pecados foi o tema do ministério que Jesus deu aos seus apóstolos. Se alguém quiser imitar os apóstolos de Cristo, deveria pregar o evangelho, e não inventar ministério de cura divina. Todas as curas do Novo Testamento estavam voltadas para testificar a verdade messiânica e a escrituração da Palavra de Deus no período apostólico.
Hoje em dia ouve-se falar em curas, mas ninguém diz ter visto alguém curar na frente das pessoas como fizeram Jesus e os apóstolos. Isso é assim porque ninguém tem hoje esse poder de Cristo. Essa é uma glória que pertence somente aos Messias e seus apóstolos; a ninguém mais Deus deu essa glória.
Uma das preciosas lições deste texto é que o Mestre tinha sua maneira própria de fazer as coisas; não havia padrão de curar as pessoas, não havia correntes de fé, não havia sessões de hora marcada, não havia métodos repetidos pelo Salvador, nem Jesus nunca responsabilizou ninguém por algum milagre falho, porque ele nunca falhou. Ele e só ele era livre para curar como queria. Ele era Deus e tudo obedecia à sua ordem.

Fonte: Veja o texto completo em Teologia Hoje