quinta-feira, 20 de setembro de 2012

R. C. Sproul - Valorização da dona de casa e mãe




...A mulher cuja vocação é ser dona de casa e mãe, e essa é a sua carreira, ao invés de trabalhar na esfera dos negócios está sentindo uma espécie de pressão inversa daquela que as mulheres sentiram há alguns anos atrás, quando elas entraram no mundo profissional e foram discriminadas por, de alguma forma, abandonarem seu posto no lar. Hoje as mulheres sentem uma culpa imposta por não terem uma carreira; de certa forma ser uma dona de casa é considerado uma vocação menos do que digna.

Sem dúvida, Deus afirma claramente a dignidade desse papel da mulher. Os filhos crescerão e a chamarão abençoada. Mas quando a Palavra de Deus afirma a dignidade e o valor de alguma coisa, isso não é suficiente para mantermos nossa segurança a seu respeito. Deveria ser suficiente – se Deus disse, isso resolve a questão. Mas não resolve para nós. Somos fracos, frágeis em nossos sentimentos e podemos nos tornar inseguros pela pressão da cultura que menospreza esse papel em particular.

Eu diria que o único indivíduo mais importante para manter a dignidade da mulher no lar é o marido no lar. Se o marido humilha, ignora, rebaixa ou trata o trabalho de sua esposa como insignificante, ele se torna o principal destruidor da dignidade dessa mulher. Portanto, a primeira coisa a fazer para restaurar a dignidade da mulher no lar, é fazer com que o marido e os filhos criem um ambiente de apreciação e verbalizem essa apreciação.

Fonte: “Boa pergunta!” da Editora Cultura Cristã