sábado, 9 de março de 2013

Henrietta C. Mears - A edificação do Tabernáculo (parte 2)



O Santo dos Santos

Se descerrarmos o belo véu (que tipifica o corpo de Cristo), veremos a arca da aliança, símbolo da presença de Deus. Nesse Santo dos Santos, o sumo sacerdote entrava somente uma vez por ano para aspergir o sangue da expiação. O livro de Hebreus nos diz que Cristo não só é nosso sumo sacerdote mas que ele foi nossa expiação, e assim podemos entrar no Santo dos Santos (a presença de Deus) a qualquer momento com ousadia.

O tabernáculo em si

O tabernáculo, com a nuvem de glória sobre ele, ensinava ao povo que Deus estava habitando no meio deles (Êxodo 25:8).
O tabernáculo era o centro comum e o lugar de reunião que podia ser mudado de tempos em tempos. Os críticos dizem que a descrição do tabernáculo e sua maravilhosa estrutura não podia ser verdadeira. Dizem eles que os tempos eram muito primitivos, mas as investigações têm fornecido abundante prova da grande perícia nessas questões, bem antes do Êxodo. Linho fino era usado de muitos modos. Obras finas em ouro tem sido descobertas em túmulos que datam da décima-segunda dinastia, e Moisés viveu na décima-oitava dinastia.

Fonte: "Estudo Panorâmico da Bíblia" da Editora Vida