sexta-feira, 26 de abril de 2013

Johannes G. Vos - Os elementos de bondade nas falsas religiões


É obvio que nenhuma religião é totalmente falsa. Existem elementos de verdade em todas as religiões, embora como sistemas elas devam ser consideradas falsas. Como esse fato pode ser explicado?

De acordo com a teoria evolutiva da religião, as diferenças entre as religiões é apenas uma questão de grau. Algumas religiões têm sido consideradas como melhores que outras, mas não existe diferença absoluta ou essencial entre elas, nos é dito. Sem dúvida, essa visão segue da noção de um desenvolvimento gradual do mais primitivo para o mais avançado. Todas as religiões são consideradas como misturas de características boas e más, sendo que existe variação apenas na proporção entre bem e mal nas diferentes religiões.

Se não aceitamos a teoria evolutiva, devemos procurar outra explicação para os traços de bondade nas falsas religiões. A explicação cristã é que esses traços são produzidos pela graça comum de Deus. “Graça comum” significa a graça de Deus dada a todas as pessoas do mundo, à parte da salvação no sentido cristão. Essa “graça comum” não salva as almas das pessoas, mas tem influência no nível de bondade humana, e tem um efeito restritivo sobre o mal e o pecado. Isso resulta nas características boas de vários sistemas religiosos falsos do mundo.

Além disso, a bondade nos sistemas religiosos falsos é somente uma bondade relativa. Não é a bondade no sentido mais elevado. Budismo e Cristianismo, por exemplo, ensinam que é errado furtar. Com respeito à declaração formal que furtar é errado, o Budismo e o Cristianismo são idênticos. Mas se dermos um passo adiante e perguntarmos por que furtar é pecado, as duas religiões divergem. O Cristianismo ensina que furtar é pecado porque vai contra a vontade de Deus, já o Budismo não tem tal discernimento...

Fonte: Monergismo.
Acesse o texto integral clicando em Monergismo