segunda-feira, 15 de julho de 2013

Fred G. Zaspel - Batismo como presunção


Ele (Warfield) entende que “o campo” na parábola do joio é a “igreja externa”, caso em que a parábola ensina que a igreja é a reunião daqueles que são “presumivelmente regenerados”. E assim, por que tais julgamentos não podem ser feitos de forma infalível, a igreja não deve ser tão restrita e limitada quanto possível, mas “tão inclusiva quanto possível”. E no caso de filhos de cristãos, a igreja pode “batizar na presunção e não no conhecimento” – assim sendo guiada pela promessa “para você e seus filhos”. Claramente a promessa divina é uma “base mais sólida” de julgamento do que uma profissão de fé humana, e mesmo porquê todos os batismos são realizados “na presunção (suposição)”.

Fonte: The Theology of  B. B. Warfield
Tradução: Eric N. de Souza