quarta-feira, 17 de julho de 2013

Gregg Strawbridge - Princípio representativo

Na cultura contemporânea, nós não estamos acostumados a pensar no cabeça (chefe) da família como representante espiritual de todos seus dependentes. Ainda, o papel representativo dos cabeças de família possui grandes precedentes bíblicos e ricas implicações no Velho e no Novo Testamento (cf. Ef 5:25-27; Hb 11:7).

O princípio representativo ajuda a explicar por que Abraão devotou todos da sua casa ao Senhor através do uso do sinal pactual do Antigo Testamento, apesar de alguns de seus membros ainda não terem expressado a sua fé. Abraão reconheceu sua necessidade, como o cabeça de uma família, de honrar a promessa do Senhor de ser o seu Deus e o Deus de sua família. O princípio representativo também explica por quê, no Novo Testamento, o apóstolo Paulo ainda podia dizer que filhos de pais cristãos – mesmo aqueles casados com não cristãos – eram “santos” diante de Deus (1 Co 7:14).

Fonte: extraído do livro “The Case for Covenantal Infant Baptism”

Tradução livre: Eric Nascimento de Souza