quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Ronald Hanko - Galardão pelos nossos méritos?



...Penso que o resto da história pode ser melhor contada citando-se a Confissão Belga 24: “Então, fazemos boas obras, mas não para merecermos algo. Pois, que mérito poderíamos ter? Antes, somos devedores a Deus pelas boas obras que fazemos e não Ele a nós. Pois, ‘Deus é quem efetua em’ nós ‘tanto o querer como o realizar, segundo sua boa vontade’ (Filipenses 2:13). Então, levemos a sério o que está escrito: ‘Assim também vós, depois de haverdes feito quanto vos foi ordenado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que devíamos fazer’ (Lucas 17:10). Contudo, não queremos negar que Deus recompensa as boas obras; mas, por sua graça, Ele coroa seus próprios dons”. Através da graça de Deus, Ele coroa Seus dons! Esse é o galardão da graça! Várias ideias são ensinadas aqui.

(1) As boas obras que realizamos e que Deus recompensa são graciosamente nos dadas como um dom. Deus opera em nós tanto o querer como o realizar a Sua boa vontade (Fp. 2:13). Somos devedores a Deus por nossas boas obras, não Ele a nós. 

(2) Nunca, sob quaisquer circunstâncias, merecemos algo de Deus. Nem mesmo Adão, antes de cair, poderia ter merecido algo da parte de Deus. Toda a idéia de mérito humano é contrária às Escrituras. 

(3) O galardão que recebemos também nos é dado pela graça. Esse é o motivo de ser chamado “o galardão da graça”. É, nas palavras da nossa confissão, “por Sua graça que Ele coroa Seus próprios dons”. 

(4) Cada um recebe um galardão inteiramente justo, ajustado e apropriado para ele ou ela.

Fonte: Leia o texto integral em Monergismo