quarta-feira, 18 de novembro de 2015

W. Gary Crampton - O amor precisa da lei como guia

Tão importante é a lei de Deus, de acordo com Gordon Clark, que ninguém pode amar Deus ou o próximo sem ela. Na teologia ortodoxa, o amor é volitivo; ele não é uma emoção. O amor a Deus consiste em viver a vida em obediência a seus mandamentos (v. Jo 14.15, 21, 23; 1Jo 2.4,5). O amor ao próximo consiste em trata-lo de forma bíblica (p. Ex., não roubá-lo, não odiá-lo, não cobiçar suas posses).

De acordo com o dr. Clark, o amor a si mesmo, tal como na ética situacional de Joseph Fletcher, não oferece direção. O amor a si mesmo não pode justificar nenhuma ação específica. O amor precisa da lei como guia. O amor bíblico é a lei de Deus em ação. “A Escritura pode requerer o amor a Deus, mas como amá-lo é expresso em detalhes: ‘Se me amais, guardai meus mandamentos’. Sem a instrução específica e detalhada dos mandamentos nunca poderíamos saber como expressar o amor a Deus”.

Fonte: “O Escrituralismo de Gordon Clark” da Editora Monergismo